No Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro, é essencial refletir sobre como corpo e mente caminham juntos. A dor crônica não atinge apenas o físico: ela também compromete o emocional.

O Dr. Jefferson Cunha, médico clínico geral em Marau (RS), especialista em tratamento da dor com apoio da termografia médica, ressalta que emoções como ansiedade e estresse podem intensificar a percepção da dor. Ao mesmo tempo, conviver com dor persistente pode impactar o bem-estar mental, criando um ciclo que precisa ser quebrado com acompanhamento profissional.

O que é dor crônica?

Segundo o Dr. Jefferson Cunha, a dor crônica é aquela que persiste por mais de três meses, mesmo após a causa inicial ter sido tratada. Ela está associada a condições como artrite, fibromialgia, hérnias de disco e doenças degenerativas.

Diferente da dor aguda, que serve como um alerta imediato do corpo, a dor crônica afeta sono, humor e qualidade de vida. É um desafio que exige olhar global e acompanhamento contínuo do clínico geral.

Como as emoções influenciam a dor

O Dr. Jefferson Cunha explica que o cérebro e o corpo mantêm uma comunicação constante. Em situações de estresse ou ansiedade, há liberação de cortisol e adrenalina, hormônios que aumentam a tensão muscular e reduzem a circulação. Resultado: a dor é amplificada.

Além disso, emoções negativas reduzem neurotransmissores do bem-estar, como serotonina e endorfina. É nesse ponto que corpo e mente se alimentam mutuamente em um ciclo difícil:

  • Estresse → aumento da dor.
  • Dor persistente → queda no bem-estar emocional.
  • Bem-estar emocional reduzido → maior percepção da dor.

Impactos da dor crônica na saúde mental

Conforme observa o Dr. Jefferson Cunha, em seu consultório em Marau, muitos pacientes relatam consequências emocionais importantes:

  • Ansiedade com medo de agravamento do quadro.
  • Depressão causada pela perda de prazer nas atividades.
  • Insônia, que intensifica tanto a dor quanto o desgaste emocional.
  • Baixa autoestima, ligada à sensação de limitação.

Esse ciclo reforça a importância de um acompanhamento médico que trate o paciente como um todo.

Estratégias para equilibrar corpo e mente

Para o Dr. Jefferson Cunha, o controle da dor crônica precisa ser integrado. Algumas medidas eficazes incluem:

1. Acompanhamento médico regular

O clínico geral é o primeiro passo para compreender o quadro e orientar o tratamento.

2. Técnicas de relaxamento

Respiração, meditação e yoga reduzem estresse e ajudam no equilíbrio emocional.

3. Atividade física adaptada

Movimentos leves liberam endorfina e diminuem a percepção da dor.

4. Apoio psicológico

A terapia auxilia no enfrentamento da ansiedade e da depressão associadas à dor.

5. Sono de qualidade

Rotinas de sono consistentes melhoram o humor e reduzem crises de dor.

6. Termografia médica

No consultório em Marau, o Dr. Jefferson Cunha utiliza a termografia como ferramenta complementar para identificar inflamações e planejar estratégias de cuidado de forma segura e sem radiação.

A dor crônica e a saúde emocional estão interligadas. Cuidar de uma sem observar a outra é incompleto. O Dr. Jefferson Cunha, médico clínico geral e especialista em dor em Marau (RS), destaca que prevenção, hábitos saudáveis e acompanhamento contínuo são essenciais para recuperar qualidade de vida.

Neste Dia Mundial da Saúde Mental, a reflexão é clara: corpo e mente precisam andar juntos.

Se você convive com dor persistente, procure o consultório do Dr. Jefferson Cunha em Marau ou entre em contato para avaliação. Cuidar é sempre o melhor caminho.